Em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras, UnB para dia 2

Durante assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (27), em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da Universidade de Brasília (UnB), servidores aprovaram paralisação para o próximo dia 2 de agosto com ato na reitoria. A atividade contará com a adesão dos profissionais e também do corpo estudantil.

Na mobilização, os protestos serão contra os cortes anunciados recentemente pela entidade, em defesa da educação e contra a demissão dos terceirizados da UnB.

Além disso, a assembleia protocolou um documento à administração superior reivindicando a revogação dos avisos prévios que afligem os trabalhadores.

“A UnB tem uma realidade que difere um pouco das outras, temos trabalhadores terceirizados em aviso prévio. São servidores atingidos diretamente pelo corte orçamentário. Temos hoje, 170 trabalhadores da limpeza, 20 companheiros do transporte, 14 colegas do parque jardim, 8 trabalhadores da recepção, 15 da manutenção e 25 da portaria, todos em aviso prévio. Por isso, é fundamental  este  pedido de suspensão dos avisos enquanto dialogamos com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES). Estamos fazendo o possível para defender  nossos companheiros”, afirmou  o coordenador do Sintfub,  Mauro Mendes.

Mauro ainda afirma que o sindicato está em diálogo com os parlamentares distritais e federais buscando mais recursos para a UnB, já que esses cortes não são prejuízos apenas para a universidade, mas também para todo o Distrito Federal, explicou.

Já Fred Mourão, servidor da Universidade de Brasília e representante dos servidores técnico-administrativos em educação, repudiou a atual situação que o funcionalismo enfrenta.

“A Universidade é um patrimônio e sua integridade e de seus funcionários deve ser protegida. Cada fala e posicionamento ajudam a construir um argumento forte. O que falta na universidade é esse diálogo. Precisamos desenvolver alternativas que leve adiante outra política que não seja essa que está mandando os trabalhadores embora”, concluiu.

O Sintfub aguarda uma posição da reitoria acerca da reunião para buscar as melhores alternativas para defender os direitos dos terceirizados.

Fonte: CUT Brasília com informações Sintfub

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